13 abril 2009

Laranja Mecânica

"Eu não quero viver mesmo! Não neste mundo fedorento!"
"O que há de tão fedorento nele?"
"É fedorento porque a lei e a ordem não existem mais, porque deixam que jovens batam em velhos..."

08 abril 2009

certo como é o todo!

Hoje eu fiquei muito down. A minha análise social ficou totalmente frustrada. Meu ego foi maltratado e esburacado.
O 'balde-de-água-fria-de-realidade' do sistema me deixou irritado, desconfiado, confuso, com 'síndrome-do-patinho-feio' e ainda mais torto. Sabe, aqueles pensamentos tortos, sem linearidade?
Mas uma coisa é certa: me fizeram perceber que eu não penso como todos (não sei se isso é bom ou ruim), que os meus ideias são permanentes e sempre em desenvolvimento e que a pacificação pessoal nem sempre é a melhor solução (nem sempre).
Abaixar a cabeça frente uma crítica torna tudo mais sólido. A reflexão dos seus próprios conceitos trazem o aperfeiçoamente e a busca de estruturas argumentativas mais sólidas. Ainda mais quando se trata de ideiais que nos representam e que buscamos.
Percebi hoje também, que existem pessoas com formas de ver o mundo de formas totalmente contrárias às suas, coisa que eu acreditava existir só nos livros de filosofia de Platão.
Nem vem ao caso dizer que a estruturação da sociedade está equivocada, e que para mim, mais do que agora, está na hora de reestruturarmos nosso modelo social. Além é claro, da valorização de cultura e do sacrifício de abrirmos mãos de muitas coisas. Mais isso não tornas as coisas tão ruins. Não futuramente.
A dor que sentiremos ao embarcarmos nessa 'operação resgate' será bem menor para futuros descentes.
Ou talvez eu simplesmente não faça parte desse mundo, não consiga ser tão submisso frente algumas coisas e me torne um nada.
Talvez até mesmo o nada tenha alguma coisa a dizer (cri-cri). Se eu tiver alguma coisa a dizer, não vai ser na frente dessas pessoas que eu vou dizer. Surpreender é uma das maiores armas. Então eu me calo frente as situações e deixo tudo para depois? E se eu nem me lembrar? E se eu for absorvido, ou até mesmo absorver tudo isso que eu nem quero para mim nem para os outro?


Fica a sugestão para uma grande reflexão minha e de quem mais quiser.


Acho que estou me tornando um pseudo-revolucionário.

24 março 2009

como eu quero

existem trechos de músicas que dizem muito sobre a gente mesmo:

"solos de guitarras não vão me conquistar"
"vou transformar o seu rascunho em arte final"
"longe do meu domínio, cê vai de mal à pior,
vem que eu te ensino, como ser bem melhor..."

Kid Abelha, o bom mesmo é o acústico mtv.

20 março 2009

amada.

agora eu morro por ti,
Óh, querida Isabel...
sonhar com o que jamais foi sonhado. sentir o que jamais foi sentido.
Óh, minha doce e loura Isabel...
no parque passeamos, na lua no beijamos e na cama nos amamos.
Óh, loura e pura Isabel...
que a vejo como pequena gota do sereno da madrugada,
que mesmo antes da alvorada, se desprende da leve folha e flutua.
agora,
Óh pura e negra Isabel, foi-me adicionado a paixão por homens, e não sei como dizer-te isso.
leia minha carta e jogue-a no mais sujo e escuro rio poluído, pois já não me sinto digno de seu amor.

18 março 2009

Sete motivos para não chover hoje...

Um dos meus pensamentos mais contantes ultimamente têm sido a falta de coisas super-interessantes para fazer. Aquele velho caderno já não aguenta mais novas anotações. Sem pestanejar, fico me perguntando o que fazer, do que fazer e para quê fazer com ele. Se este texto fica melhor de forma corrida ou em versos, concreto ou não... A preocupação maior tem sido com as pessoas ao meu redor. Há aquelas que estão mais de dez horas por dia ao meu lado, aquelas que me fazem rir de suas risadas, que me fazem olhar os outros, que me deixam olhar os outros... E também há aquelas pessoas que não me deixam dormir tranqüilo, que não me deixam parar de pensar nelas por estarem longe e eu não poder ver, ou estarem perto e eu não poder ver. Daí eu chego na conclusão de que existe, nesse 'poder ver' uma grande diferença. Um 'poder ver' está relacionado com a distância, com a saudade, com o amor, com a minha alienação do real. Outro 'poder ver' está relacionado com o orgulho, com a ignorância, com o tempo, com o amor e com a resposta, medo e rejeição.
Agora eu senti a hora de fazer um novo parágrafo. A vontade de deixar para trás tudo e olhar para frente foi maior. O que concerteza foi influenciado pela dor e pela ansiedade. Mas desta vez, outras coisas trazem à tona minha esquizofrenia: a separação do distante e a realidade virtual. Sentir o que já foi sentido, discutir o que já foi discutido, me tira a paciência e a tolerância. Um soco na 'boca' do estômago me deixa enjoado e com ânsia. Ânsia essa que me deixa confuso e me faz sentir incapaz de poder sorrir novamente por algo falado, não por algo visto (fazendo referência as risadas dos outros, que é o motivo pelo qual eu rio).
Agora eu preciso sair daqui. Que nem sempre me traz algo de interessante... E quando traz está muito longe.



Eu e meus erros de português...
Sempre...

19 fevereiro 2009

03 fevereiro 2009

Suas pétalas agora me tocam.

E me faz sentir tanta coisa boa.
E me faz rir, e sentir vontade de te abraçar.
E não me faz chorar, não me faz cair.
Me deixa flutuar.




Acho que me deixaram amar novamente.